O sexólogo Nuno Monteiro Pereira alertou ontem que a educação sexual mal ensinada nas escolas pode ser prejudicial para as crianças, defendendo que educadores têm de estar “perfeitamente à vontade” com a sua sexualidade para não transmitirem ideias erradas. “A educação sexual nas escolas é importante, mas também é questionável”, disse à agência Lusa o especialista, a propósito das V Jornadas de Sexologia da Universidade Lusófona, que estão a decorrer em Lisboa. Para o médico, o facto de se falar muito de sexo, não quer dizer que se saiba de sexualidade.
Os meus comentários:
1. Presumo que o sexólogo Nuno Monteiro Pereira faz sexologia no seu consultório e desconhece o trabalho que se tem vindo a fazer nas escolas deste país há muitos anos.
2. Se a educação sexual nas escolas é questionável, quais são as alternativas que propõe?
3. Falar muito de sexo, não é sinónimo de saber sobre sexualidade. Ora, gostaria de saber qual era o público alvo deste orador! Será que teve tempo de se informar antes de proferir a sua conferência? Por que será que há decadas que se tem vindo a lutar pela obrigatoriedade da educação sexual nas escolas? Ou será que desconhece os comportamentos de risco mostrados pelos recentes estudos sobre a sexualidade dos nossos jovens?
4. Por que será que agoira que a educação sexual mal ensinada nas escolas pode ser prejudicial para as crianças? Em que se baseia para “falar de educação sexual mal ensinada”?
5. Deixo-lhe aqui um conselho: Dedique um dia por semana à educação sexual nas escolas “in loco”. O país agradece, até porque “um sexólogo” não é “um professor qualquer “e o Sr. Dr. ou Professor Doutor enriquece-se como pessoa e profissional. Se aceitar este “humilde conselho”, garanto-lhe que as próximas jornadas de sexologia da Universidade Lusófona serão bem mais participativas e agora com a avaliação das Universidades, também ela vai marcar pontos.


Ao longo da nossa coluna existem vários nervos dirigidos a membros e órgãos.
Como se pode verificar é um dos órgãos mais complexos do corpo humano. Muito embora possua muita mobilidade e capacidade de resistência, também tem limites. O nosso corpo não foi feito para caminhar em 2 patas, motivo esse que provoca 1 stress constante da coluna.